Como melhorar a pronúncia em inglês

Se, enquanto estudava inglês, você passava mais tempo lendo ou ouvindo do que falando; há grandes chances de que na hora de uma conversa você tenha dificuldade para pronunciar certas palavras ou manter um ritmo natural.

Durante o estudo de um novo idioma é muito importante reservar algum tempo para exercitar a musculatura a fim de ser capaz de pronunciar  as palavras com mais  naturalidade, principalmente aquelas que contém sons que não utilizamos em nossa própria língua.

Com excessão de certos problemas neurológicos, como os apresentados no quadro abaixo, os quais podem ser causados por sequelas de acidentes ou algumas doenças, não existe nenhum outro impedimento para uma boa pronúncia que a prática não possa resolver.

Ter alguém com quem praticar para estimular e lapidar os detalhes ajuda bastante, mas também é importante praticar sozinho. Então, nesta série de artigos vamos trazer as melhores dicas de atividades para ajudar você a melhorar sua pronúncia e suas habilidades de comunicação em inglês.

 

• Aprenda a ouvir para saber quando deve enfatizar determinadas palavras e sons.

• Simplifique palavras grandes dividindo a pronúncia em grupos menores.

• Escolha um sotaque com o qual você se familiariza e prenda-se a ele.

• Não perca oportunidades de conversar.

• Grave sua fala para identificar os pontos fracos da pronúncia.

• Crie o hábito de cantar ou ler em voz alta para fortalecer a musculatura facial.

 

Incorpore essas etapas à sua rotina de estudos e sua  pronúncia vai melhorar, tornando você apto a falar inglês com mais facilidade e clareza.

Nas próximas postagens entraremos em detalhes e nos aprofundaremos com exemplos em cada uma das dicas acima para ajudar a tornar a pronúncia das palavras em inglês mais fácil para você.

Alguns dos distúrbios mais comuns de fala e linguagem que podem comprometer a capacidade de comunicação são a afasia e a disartria que, depois de iniciado o tratamento da doença de base, podem ser tratados por um fonoaudiólogo.

Afasia

Dificuldade em se expressar verbalmente que geralmente aparece após derrames, traumatismos, tumores ou doenças degenerativas que afetam as áreas do cérebro responsáveis pela linguagem. 

Disartria

Fala arrastada, sem ritmo e com dificuldade para expressar certos sons, normalmente causada por distúrbio cerebral ou lesão em nervos que controlam os movimentos da língua, lábios, laringe ou cordas vocais, que também pode causar problemas para engolir.

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